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Pneumonia pode ter muitas causas

posted 2018 Dec by

Tudo o que existe entre a entrada do nariz e o final dos bronquíolos, que são os derradeiros raminhos da árvore respiratória, já bem dentro dos pulmões, tem a função de proteger de micróbios e outros corpos estranhos os delicados alvéolos pulmonares, onde acontece o melhor da festa: a troca de ar sujo por ar limpo.

O tapetinho ondulante de muco que reveste toda a superfície dos tubos respiratórios agarra os indesejáveis e os leva para a porta da rua. A tosse e os espirros colaboram nesse processo de expulsão. E se ainda assim algum microbinho chegar à área dos alvéolos, encontrará muitas células macrófagas, que são a parte faminta do nosso sistema de defesa, prontas a devorá-lo sem dó.

Entretanto, toxinas e microrganismos podem prevalecer e provocar pneumonia. A pneumonia causada por bactérias que se alimentam do muco é a mais freqüente em pessoas de todas as idades. A causada por fungos geralmente afeta mais bebês, velhinhos e pessoas imunodeprimidas. Também são comuns as pneumonias causadas pelo ciclo das larvas de lombrigas (Ascaris lumbricoides), que sempre passa pelos pulmões, e de outros vermes, como estrongiloides (Strongyloides stercoralis) e ancilóstomos (Necatur americanus).

Escreve o médico patologista clínico dr Gilberto Angel M., na revista Colombia Médica 1996; 27: 52:

“Não são raros os casos do paciente que se hospitaliza por infiltração pulmonar difusa, eosinofilia progressiva, tosse, adinamia, febrículas irregulares e persistentes, sombras radiológicas nodulares; faz biópsia pulmonar, punção medular para esclarecer a eosinofilia progressiva, convocam-se várias juntas médicas, quando na realidade é um simples granuloma pulmonar transitório produzido por parasitas (Necator, Ascaris, Estrongiloides), num quadro denominado síndrome de Loefler. Se nos lembrássemos do granuloma parasitário e do ciclo evolutivo do parasita, economizaríamos problemas de diagnóstico e teríamos com mais rapidez o bem-estar do paciente.

Deve-se pensar sempre na etiologia da doença infecciosa, antes de embarcar em diagnósticos difíceis, que nem sempre se confirmam, por não levar em conta que as doenças infecciosas são os mais comuns de todos os quadros de doença.”

Os sintomas da pneumonia
em geral aparecem de repente: febre, tosse, catarro, calafrios, dor no peito, falta de ar, respiração curta. Também podem estar presentes os sintomas da gripe e do resfriado, como dor de cabeça, dor de garganta, espirros e nariz escorrendo. Mas pode não haver sintoma que faça procurar o médico.

O diagnóstico é feito por raio x ou tomografia do tórax, exame de sangue e de escarro. Esse procedimento cuidadoso serve para verificar a possibilidade de uma tuberculose pulmonar ou a presença de parasitas grandes.

A pneumonia associada a bactérias costuma ser tratada com antibióticos para debelar a infecção e fisioterapia para estimular a expectoração. Existem remédios específicos para tratar a pneumonia movida a fungos, mas costumam ser pouco eficientes. Pneumonias associadas a vermes são tratadas com vermífugos. Para pneumonia associada a vírus não existem drogas apropriadas.

(do livro Atchiiim!)

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