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Eu sou responsável por mim e pela minha saúde

posted 2018 Dec by

Continuando o papo, este é o aspecto mais interessante da filosofia macrobiótica: ela vem carregada de conhecimentos herdados da medicina tradicional chinesa e japonesa, que sempre achou muito mais fácil, prático e barato preservar a saúde do que tratar de doenças.

Na China antiga, o médico era pago por mês para manter os pacientes saudáveis. Ia à casa das pessoas verificar se havia umidade ou corrente de ar, se as camas estavam em posições adequadas, se a comida era bem feita. Vistoriava a higiene dos aposentos, do entorno e das pessoas. Se houvesse o que medicar, deixava as ervas e poções. Quando um paciente adoecia, parava de pagar. Quando morria, o médico era obrigado a colocar uma lanterna na porta de casa como testemunha de sua negligência.

Muito diferente? Muito. Mas na França de hoje também é diferente. Os médicos pagos pelo governo vão à casa do paciente, ou ao hotel, se você estiver lá como turista. Aconteceu com meu companheiro nos anos 80: comeu patê demais, com muito vinho bom, e no meio da noite estava em cólicas. O médico, chamado pelo hotel, chegou em meia hora. Examinou, injetou a primeira medicação, recomendou repouso e dieta e ninguém pagou nada.

Muito diferente. Mas aqui no Brasil também existem diferenças. Quem se trata com homeopatia e acupuntura frequenta o médico para não ficar doente. Os pequenos desequilíbrios são vistos como tal. Os exames contemplam a pessoa com seu corpo e sua mente, não um papel cheio de códigos indecifráveis que levarão a contas caríssimas.

Um bom macrô, que só é bom se não for radical, lê uns tantos livros de Michio Kushi e Tomio Kikuchi e acaba aprendendo que funcionamos grosso modo com cinco órgãos – fígado, pulmões, rins, coração e o chamado baço-pâncreas, acoplados a cinco vísceras – vesícula biliar, intestino grosso, bexiga, intestino delgado e estômago, respectivamente. Entende as emoções ligadas a eles e também os principais distúrbios. Assim começa a se observar e seu autoconhecimento prospera. Com isso ele se torna mais livre.

Nenhuma outra linha de alimentação oferece esse universo de conhecimento.

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