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Dicionário da mulher: Controlando a musculatura das partes mimosas

posted 2019 Mar by

Este papo rolou lá no post sobre coletores menstruais, que são os copinhos colocados na vagina pra colher o sangue, substituindo o uso de tampão, absorventes e tudo mais (na minha época a gente usava o diafragma pra quebrar o galho). Alguém ficou em dúvida sobre a elasticidade da vagina, e a MaFê Senger, sempre muito atenta, mandou ver na questão da musculatura pubococcígea, que vai do púbis ao cóccix. Não satisfeita, sugeriu que todas nós, mulheres, cultivássemos o pompoarismo. Essa palavra não está no dicionário, mas é exatamente o que fazia aquela moça asiática no filme Priscilla, a rainha do deserto, embutindo bolinhas de pingue-pongue na vagina para depois lançá-las espetacularmente no show da boate cada vez que abria gozosamente as pernas para o alto.

Pedi para MaFê descrever o pompoarismo e ela não regateou. Reproduzo a resposta abaixo, ligeiramente editada. Valeu, MaFê! Boas contrações, garotas!

Construindo consciência e coordenação da musculatura vaginal

1) Encontre a musculatura ‘certa’: os músculos pubococcígeos. Fácil: interrompa o jato de urina uma ou duas vezes no máximo, somente uma vez por dia. Por que não pode fazer mais vezes num jato de urina, ou mais vezes ao dia? Porque temos duas ‘válvulas’ na uretra que controlam a vazão da urina: uma é controlada pela volição/vontade/possibilidade e a outra pela sabedoria da natureza, amén. Se a mulher resolve brincar de interromper o jato de urina com mais freqüência, corre o risco de desregular a válvula governada pela mãe natureza e como já sabemos, ela ‘se vinga’: a mulher pode ficar com incontinência urinária e vai ter de fazer fisioterapia para recuperar o mecanismo natural de funcionamento dessa válvula.

2) Fortalecer essa musculatura, aprender a contrair. Pegando leve, no começo, contraindo poucos segundos, até 10 contrações seguidas em até 3 séries por dia. As séries são espaçadas, pra dar tempo dos músculos pubococcígeos se acostumarem e se recuperarem metabolicamente. Se exagerar, já sabe: incontinência (não é ameaça, risos). Pode usar os pesinhos vaginais, sempre começando do mais leve. Depois que entende/sente/tem consciência de como contrai, contrair em outras atividades cotidianas, que nem eu agora, que estou teclando, contraindo e descontraindo; aumentar a duração das contrações e o número de contrações por série.

Então pode treinar subir e descer escadas, pular, dançar, etc. contraindo/descontraindo, criando uma contração ‘dentro’ da outra, regulando a força da contração. Quem pratica Hatha Yoga faz essa contração naturalmente quando faz Adho Mukha Svanāsana ( o cachorro que olha para baixo). Aí, basta refinar a coordenação para aprender a regular a intensidade e a sobreposição de contrações.
Até aqui, é parecidinho com os excercícios de Kegel.

3) Localizar/sentir/ter consciência de três anéis musculares que existem na vagina: um na entrada, um +/- no meio e um ao redor do colo do útero. Aprender a contrair e descontrair cada um deles. Aprender a movimentar cada um deles em separado, movimentos de girar, puxar, soltar, depois combinar a ação dos anéis entre si. Ajuda imaginar que faz o movimento, desde que a mulher sinta os anéis. Se estiver em relaxamento ativo, como nos estados meditativos, é perfeito. É esse estado mental que faz uma das diferenças com relação aos exercícios de Kegel, a meu ver.

4) Localizar e treinar a musculatura dos grandes lábios, para que estes se movam de forma independente um do outro, e em todas as direções possíveis. [Uau!!! SH]

5) ‘Usar’ tudo junto, ou em partes, conforme for de gosto, no momento que preferir experimentar.

Os meninos também podem brincar com os puboccígeos deles, de outro jeito.

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