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A China que cultivava a natureza

posted 2018 Dec by

A civilização chinesa é muito antiga. Desenvolveu formas originais de pensar e de se expressar que são eficazes até hoje, e foi para a civilização oriental o que a Mesopotâmia e a Grécia foram para o Ocidente. Continua viva, ativa e interessante, vários milênios depois. Uma de suas características é ser toda permeada por uma forma peculiar de compreensão da vida e do universo.

É muito remota no pensamento chinês a ideia do Yin e do Yang, esse contraste que se pode compreender como vazio e cheio, escuro e claro, frio e quente e tantas outras oposições de extremos. Mas do quente sai o morno e do frio sai o fresco, assim como o cheio se esvazia e o vazio se enche. Há um movimento constante. E ele faz um vaivém que pode ser observado muito concretamente, por exemplo nas ondas do mar. Assim, nada é estático, tudo muda constantemente em todos os aspectos da natureza. Em outras palavras, nada é, tudo está.

Cinco elementos representam o ciclo de mutação: Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água. Eles sinalizam os processos de criação da natureza e a ação transformadora do tempo sobre a criação. Madeira é primavera, o germe, o broto, a planta jovem. Fogo é verão, ela já em flor. Terra é um pouco presente em todas as estações, o centro, o engendrar do fruto. Metal, outono, os frutos carregando sementes. Água, inverno frio e seco em que a semente espera, debaixo da terra, a hora de brotar.

Nosso corpo experimenta esse ciclo o tempo todo. Nosso s órgãos, membros e sentidos estão conectados a esses cinco elementos, que também envolvem emoções.

Cada elemento tem um sabor: Madeira é ácido, Fogo amargo, Terra doce, Metal picante e Água salgado.

É disso e muito mais que se fala no curso Meditando na Cozinha Tradicional Chinesa, aliás Meditando na Cozinha Filosófica Chinesa, próxima rodada no Rio de Janeiro em abril e maio, 6 encontros: 4, 11, 18 e 25/4, 2 e 9/5.

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